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	<title>Social Media Marketing &#8211; A+Soluções</title>
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	<title>Social Media Marketing &#8211; A+Soluções</title>
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		<title>A sua conta Google Plus vai ser encerrada a 2 Abril 2019</title>
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				<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 20:03:58 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Todos os utilizadores da rede social conhecida mas pouco popular Google Plus estão a receber emails a informar da decisão da Google em terminar a mesma.</p>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2019/02/g.png" alt="" class="wp-image-330" srcset="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2019/02/g.png 1021w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2019/02/g-300x131.png 300w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2019/02/g-768x335.png 768w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2019/02/g-600x262.png 600w" sizes="(max-width: 1021px) 100vw, 1021px" /><figcaption>email google plus</figcaption></figure>



<div class="wp-block-cover has-background-dim" style="background-image:url(https://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2019/02/ASoluções.png)"></div>



<p>Todos os utilizadores da rede social conhecida mas pouco popular Google Plus estão a receber emails a informar da decisão da Google em terminar a mesma.</p>



<p>Esta decisão vem do facto que a rede não tem atingidos os objectivos sucessivamente e além disso possui na sua programação um erro que a torna susceptível a ataques informáticos e a falhas de segurança.</p>



<p>Desta forma, a empresa decidiu que era hora de terminar com a mesma. Possivelmente estarão a preparar outra rede social, ou apostarão no youtube, para se manterem no mercado, e não deixarem de estar presentes neste nicho.</p>



<p>Os utilizadores deverão seguir as instruções no email (a A+Soluções fará o mesmo, visto que detínhamos uma conta na rede social G+) de forma a guardarem os dados e informações que estejam na rede social.</p>



<p>Assim, aproveitamos para informar que a nossa página da A+Soluções na rede social Google Plus (Google+) será desactivada. Poderão continuar a contactar-nos e a seguir-nos através do <a rel="noreferrer noopener" aria-label="facebook (opens in a new tab)" href="https://www.facebook.com/amaissolucoes.pt/" target="_blank">facebook</a>, <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Linkedin (opens in a new tab)" href="https://www.linkedin.com/company/amaissoluções/" target="_blank">Linkedin</a>, <a href="https://www.google.com/search?ludocid=4847654554084595588&amp;hl=pt-PT&amp;q=A%2BSolu%C3%A7%C3%B5es%20Rua%20Doutor%20Azeredo%20Perdig%C3%A3o%2010%203500-101%20Viseu&amp;_ga=2.4884918.408553048.1549483126-1238722294.1549483126" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="ficha google (opens in a new tab)">ficha google</a> e em breve, no instagram.</p>



<p>Votos de uma boa semana.</p>



<p></p>
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		<title>Tendências online para 2018</title>
		<link>http://www.amaissolucoes.pt/online2018/</link>
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				<pubDate>Sun, 28 Jan 2018 16:42:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>A MindSEO reuniu 10 previsões de tendências no online, nomeadamente em áreas relacionadas com marketing digital, design, SEO, comunicação online, experiência do utilizador, assim como inteligência artificial e realidade aumentada. 1. Avanços na pesquisa por voz. O aumento de vendas e o aperfeiçoamento de novas tecnologias centradas na voz, como o Google Home e o Echo [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_225" aria-describedby="caption-attachment-225" style="width: 363px" class="wp-caption alignnone"><img class=" wp-image-225" src="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2018/01/20171220034100_internet-das-coisas-iot-2.jpg" alt="" width="363" height="247" srcset="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2018/01/20171220034100_internet-das-coisas-iot-2.jpg 470w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2018/01/20171220034100_internet-das-coisas-iot-2-300x204.jpg 300w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /><figcaption id="caption-attachment-225" class="wp-caption-text"><a href="http://www.amaissolucoes.pt">www.amaissolucoes.pt</a></figcaption></figure></p>
<p>A MindSEO reuniu 10 previsões de tendências no online, nomeadamente em áreas relacionadas com marketing digital, design, SEO, comunicação online, experiência do utilizador, assim como inteligência artificial e realidade aumentada.</p>
<div>
<p><strong>1. Avanços na pesquisa por voz.</strong> O aumento de vendas e o aperfeiçoamento de novas tecnologias centradas na voz, como o Google Home e o Echo da Amazon, ou mesmo as aplicações de assistentes pessoais nos dispositivos móveis (Siri, Cortana, Google Assistant…), têm permitido a diminuição da necessidade em usar as mãos e os olhos na navegação, substituindo-os pela voz. Em 2014, 55% dos adolescentes e 41% dos adultos usavam a pesquisa por voz, na aplicação do Google, mais de uma vez por dia. Em 2016, 20% das pesquisas online foram realizadas através da voz. De acordo com Behshad Behzadi do Google, a pesquisa por voz está a crescer mais rápido do que a procura através da escrita. A comScore prevê que, em 2020, 50% das pesquisas serão através da voz e, segundo a Gartner, 30% das sessões de navegação na web serão realizadas sem um ecrã. As pesquisas por voz serão feitas com palavras mais específicas, e menos genéricas, exibindo conteúdos de cauda longa;</p>
<div>
<p><strong>2. Aumento da inteligência artificial e Machine Learning.</strong> Estes mecanismos têm a capacidade de aprender, analisando dados comportamentais, e melhorar automaticamente os algoritmos a partir da experiência. Após definição de parâmetros básicos, estes mecanismos assumem um comportamento de aprendizagem autónomo. De acordo com a Gartner, até 2020, os mecanismos de personalização inteligentes, usados para reconhecer a intenção do cliente, permitirão às empresas digitais aumentar os seus lucros em até 15%. O gasto publicitário será optimizado, uma vez que o público será direccionado de forma mais eficiente, através de uma maior personalização, aumentando a probabilidade de conversão;</p>
<div>
<p><strong>3. Aumento da utilização de chatbots e interfaces de conversação (CUI).</strong> Estas ferramentas começaram a ser conhecidas em 2016 e em 2018 continuarão a crescer. Os chatbots e os assistentes inteligentes, quando bem configurados e assentes em tecnologia que integre algoritmos avançados de machine learning, permitem que os utilizadores experimentem uma interacção mais personalizada. A empresa Gartner prevê que, até 2020, a média das pessoas terá mais conversas com estes robôs do que com a própria mulher/marido;</p>
<div>
<p><strong>4. Mais protecção da privacidade dos dados dos consumidores.</strong> A União Europeia aprovou uma nova lei chamada GDPR (General Data Protection Regulation – Regulamento Geral de Protecção de Dados), a qual terá um grande impacto nas empresas, a partir de Maio de 2018. Os dados terão de ser processados, armazenados e protegidos de forma a manter a integridade e a confidencialidade, caso contrário as organizações serão multadas. Além de que as pessoas em causa têm de dar o consentimento para o processamento dos dados. Este será um desafio para o marketing digital, uma vez que sempre foi uma uma prática comum desenvolver os bancos de dados, monitorizando e analisando o comportamento das pessoas. A partir de Maio, as organizações já precisam de ter reavaliado todos os seus bancos de dados e encontrado as melhores práticas para garantir que cumpram o regulamento;</p>
<div>
<p><strong>5. Maior importância na qualidade dos dados e respectiva análise.</strong> Não interessa que as empresas tenham acesso a uma grande pool de dados, se estes não forem de qualidade, ou se não forem tratados. É cada vez mais fundamental saber estabelecer quais são os KPI’s – (Key Performance Indicators – Indicadores Chave de Performance), e saber definir, assim como recolher os dados importantes para o controlo e análise desses mesmos KPI’s. Estes devem ser associados aos objectivos do negócio e 100% relevantes para a necessidades actuais da empresa. No entanto, devem ser recolhidos dados que permitam não só fazer a detecção de padrões e tendências actuais, mas também uma análise de Business Intelligence, com abordagem preditiva, de modo a que possam ser definidas estratégias a médio/longo prazo, de uma forma fundamentada;</p>
<div>
<p><strong>6. Navegação passo a passo.</strong> Os utilizadores cada vez mais querem uma experiência de navegação simples e a navegação linear ou passo a passo vem colmatar este desejo. Este tipo de navegação permite que cada passo seguinte tenha uma continuação lógica do anterior, ajudando os utilizadores que têm objectivos para atingir. Funciona especialmente bem em aplicações orientadas para objectivos (UBER) e websites de eCommerce (Amazon);</p>
<div>
<p><strong>7. Experiência do utilizador (UX).</strong> As expectativas dos utilizadores são cada vez maiores. Eles querem soluções rápidas para os seus problemas, independentemente do dispositivo usado. Uma boa experiência do utilizador, além da velocidade do website, passa pela navegação, o design, a arquitectura da informação e a legibilidade do conteúdo. O Google classifica a experiência do utilizador dos websites, que deve ser adaptada tanto para desktop como para mobile;</p>
<div>
<p><strong>8. Aumento da realidade aumentada.</strong> A realidade aumentada já não é uma novidade para o mundo digital. No entanto, prevê-se um aumento da sua utilização este ano. Em 2017, o Google lançou o Google Lens, uma aplicação de realidade aumentada disponível no Google Assistente, nos telemóveis Pixel e Pixel2. Esta aplicação permite que os utilizadores apontem a câmara do telemóvel a tudo o que queiram obter informações, as quais aparecerão no ecrã depois de tirar uma fotografia. No que diz respeito à área do turismo, a realidade aumentada tem um grande potencial. Imagine só apontar o smartphone à Torre dos Clérigos ou ao Mosteiros dos Jerónimos e obter informações sobre os monumentos, desde a história, sugestões de edifícios com a mesma arquitectura, etc;</p>
<div>
<p><strong>9. Google classificará páginas com base na versão móvel.</strong> Está para breve o lançamento do primeiro índice mobile-first, por parte do Google. Neste momento, o Google avalia a relevância de um website com base na versão desktop. No entanto, como as pesquisas através de dispositivos móveis representam mais de 60% das pesquisas totais, a classificação passará a basear-se na versão móvel da página;</p>
<div>
<p><strong>10. Optimização para pesquisas baseadas na intenção.</strong> A Google confirmou que um dos factores de classificação depende da intenção da palavra-chave pesquisada. Isto significa que numa palavra-chave com uma clara intenção de compra, o Google dará prioridade aos websites de comércio electrónico, em vez de websites de informação, uma vez que o utilizador já tem a ideia de compra. No entanto, para palavras-chave com a intenção de encontrar informações, o Google classificará melhor os websites de media.</p>
</div>
</div>
</div>
<p><a href="http://www.amaissolucoes.pt">A+Soluções</a></p>
</div>
</div>
<p>artigo retirado de <a href="http://marketeer.pt/2018/01/16/10-tendencias-no-online-para-2018/">Marketeer</a></p>
</div>
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		<title>O que acha de oferecer um novo website à sua empresa neste Natal?</title>
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				<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 19:22:46 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Deseja um website responsivo, para qualquer aparelho? Prefere renovar o actual website e criar uma loja online para o seu restaurante, loja de roupa ou bar? Quer fazer uma campanha no Facebook ou Google? Visite-nos em A+Soluções. Também estamos no Facebook, Linkedin e Google+ Contacte-nos através das redes sociais ou do Formulário no nosso website. [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone  wp-image-216" src="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/11/your-website.jpg" alt="" width="321" height="171" srcset="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/11/your-website.jpg 600w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/11/your-website-300x160.jpg 300w" sizes="(max-width: 321px) 100vw, 321px" /></p>
<p>Deseja um website responsivo, para qualquer aparelho?<br />
Prefere renovar o actual website e criar uma loja online para o seu restaurante, loja de roupa ou bar?<br />
Quer fazer uma campanha no Facebook ou Google?</p>
<p>Visite-nos em <a href="http://www.amaissolucoes.pt">A+Soluções.</a></p>
<p>Também estamos no <a href="https://www.facebook.com/ASolu%C3%A7%C3%B5es-1706498076324430/">Facebook</a>, <a href="https://www.linkedin.com/company/11259064/">Linkedin</a> e <a href="https://plus.google.com/u/1/?hl=pt-PT">Google+</a></p>
<p>Contacte-nos através das redes sociais ou do <a href="http://www.amaissolucoes.pt/">Formulário</a> no nosso website.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Temos as mais variadas soluções, desde projectos <em>solos</em> ou soluções mensais.</p>
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		<title>Passo A Passo Para Abrir Uma Empresa</title>
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				<pubDate>Wed, 08 Nov 2017 21:02:34 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Passo 1 – A IDEIA DE NEGÓCIO Não interessa se a sua ideia é vaga ou concreta. O que interessa é que tem uma ideia e quer transformá-la em algo palpável. Parabéns! Vamos partir do princípio que já avaliou a pertinência do produto ou serviço que quer comercializar, seja uma frutaria no seu bairro, seja uma [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone  wp-image-213" src="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/11/como-abrir-uma-empresa-em-2014-1.jpg" alt="" width="523" height="348" srcset="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/11/como-abrir-uma-empresa-em-2014-1.jpg 640w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/11/como-abrir-uma-empresa-em-2014-1-600x399.jpg 600w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/11/como-abrir-uma-empresa-em-2014-1-300x200.jpg 300w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/11/como-abrir-uma-empresa-em-2014-1-275x184.jpg 275w" sizes="(max-width: 523px) 100vw, 523px" /></p>
<p>Passo 1 – <strong>A IDEIA DE NEGÓCIO</strong></p>
<p>Não interessa se a sua ideia é vaga ou concreta. O que interessa é que tem uma ideia e quer transformá-la em algo palpável. Parabéns!<br />
Vamos partir do princípio que já avaliou a pertinência do produto ou serviço que quer comercializar, seja uma frutaria no seu bairro, seja uma loja de venda de brindes online seja uma empresa de construção civil. Desde que não pretenda fazer vendas inúteis, como sapatos de salto alto para homens ou aquecedores para o mercado angolano, estamos do seu lado prontos a avançar com as dicas sobre esta etapa tão importante.</p>
<p>Dica 1 – Conheça o mercado</p>
<p>Primeiro que tudo, deve tentar conhecer bem o mercado e o público para o qual se vai dirigir, dando especial atenção ao perfil dos potenciais clientes. Note bem que o mercado está sempre a apresentar alterações nos hábitos de consumo e que por esse motivo se deve posicionar desde já na vanguarda da oferta. Pode ter especial carinho por telemóveis dos anos 90 mas será que os conseguiria vender numa era em que quase todos os utilizadores usam smartphones?</p>
<p>Dica 2 – Inove</p>
<p>Muita atenção à inovação no mercado e às novas tecnologias e à forma como podem ser aplicadas. Opte por novas formas de oferecer um serviço ou um produto: modernas, rápidas, originais, de qualidade. Não cometa o erro de alguns empreendedores que escolhem uma ideia de negócio destinada a um nicho de mercado muito pequeno, impossibilitando assim a manutenção dos custos fixos da empresa. Mesmo que goste de Porquinhos-da-Índia, não convém abrir uma loja exclusivamente dedicada a eles, certo?</p>
<p>Dica 3 – Tenha em conta o fator tempo</p>
<p>Nesta fase tome em atenção o fator tempo porque há ideia rápidas que podem dar resultados de forma imediata mas há também ideias que demoram o tempo de maturação habitual que é de cerca de 12 meses.</p>
<p>Dica 4 – Saiba como procurar inspiração</p>
<p>Se quer abrir uma empresa mas não tem uma ideia de negócio, deve investigar os seus desejos pessoais, nomeadamente o que gosta e quer fazer profissionalmente. Se ainda assim não arranjou uma ideia, averigue bem as suas habilidades e competências. O sucesso do seu negócio pode estar não naquilo que gostava de fazer mas naquilo que faz realmente bem. Se mesmo assim está na estaca zero, analise quais necessidades de mercado que não estão a ser atendidas ou que são supridas com deficiência e tente colmatá-las com uma ideia genial.</p>
<p>Dica 5 – Não despreze ideias convencionais</p>
<p>Atenção que uma ideia convencional não têm de ser obrigatoriamente uma má ideia. Pode usá-la e inovar dentro do negócio em si, alterando as formas de distribuir os produtos, por exemplo, ou trabalhando diferentes preços ou mudando o formato e tamanho dos artigos. O importante é que olhe à sua volta e se interrogue sobre como pode melhorar um produto ou serviço.</p>
<p>Dica 6 – Observe o mercado</p>
<p>Para avaliar as oportunidades do mercado, observe o ambiente para se inspirar. As ideias estão em todo o lado e em qualquer lugar, é preciso é procurá-las. Interrogue-se sobre os negócios que vê. Por que é que o seu Centro de Saúde funciona tão mal? Não haveria hipótese de ter uma farmácia na sua vila? Por que é que não existem ténis com salto alto? Nem vendedores de pipocas em frente do estacionamento do supermercado? Nem sessões de cinema às 4 da madrugada?</p>
<p>Dica 7 – Descarte ideias inviáveis</p>
<p>É importante que nesta etapa seja também capaz de descartar ideias de negócios que não são viáveis. Não perca muito tempo a analisar uma ideia de negócio que à partida não é viável, seja porque a ideia é infeliz, seja porque não tem dinheiro para a pôr em prática, seja por que motivo for. Uma forma de por de lado ideias é respondendo com sinceridade a algumas perguntas:</p>
<p>– Tem capital suficiente para implementar a ideia de negócio?<br />
Se sim, ótimo, se não passe a outra ideia de negócio ou procure financiamento.</p>
<p>– O mercado é grande o suficiente para receber a sua ideia?<br />
Se sim, ótimo, se não passe a outra ideia de negócio ou procure atuar noutro mercado.</p>
<p>– Gostaria de trabalhar nesse negócio?<br />
Se sim, ótimo, se não passe a outra ideia de negócio ou procure sócios que trabalhem por si.</p>
<p>– Tem conhecimentos suficientes para gerir o negócio ou pode adquiri-los rapidamente?<br />
Se sim, ótimo, se não passe a outra ideia de negócio ou procure sócios mais competentes na área.</p>
<p>– A localização é determinante para o sucesso do negócio?<br />
Se sim, responda à questão: É possível encontrar o local adequado?<br />
Se sim, ótimo, se não passe a outra ideia de negócio.</p>
<p>Hum? Afinal a sua ideia tem um potencial baixo? Abandone-a. Mas se pelo contrário tem pernas para andar, continue a ler as nossas etapas.</p>
<p>Passo 2 – <strong>O MOMENTO IDEAL PARA INICIAR O SEU NEGÓCIO</strong></p>
<p>Nem sempre precisa de aguardar muito tempo pelo momento ideal da economia para iniciar o seu negócio. É melhor montar um negócio num período económico favorável, de crescimento, claro, mas se a sua ideia for de facto funcional qualquer altura é boa. Se a juntar a isso, tiver experiência e prática no ramo em questão, não hesite e comece amanhã.</p>
<p>Passo 3 – <strong>RESERVE UM TEMPO PARA REFLETIR</strong></p>
<p>Uma ideia pode ser boa, sim senhor, mas nem por isso o livra de refletir sobre o assunto. Abrir uma empresa é um assunto sério. Implica que, como futuro empresário, seja capaz de pensar em todos os aspetos do seu negócio. Mais uma vez, terá de responder a estas perguntas:</p>
<p>– Qual é o mercado-alvo para o produto/serviço que quer vender?<br />
Se sabe, ótimo. Se não sabe, investigue.</p>
<p>– O que pode correr mal?<br />
Se sabe, ótimo. Se não sabe, investigue.</p>
<p>– Como agiria se algo corresse mal?<br />
Se sabe, ótimo. Se não sabe, procure saber.</p>
<p>– Existem produtos ou serviços adicionais que podem associar-se à sua oferta?<br />
Se sabe, ótimo. Se não sabe, descubra.</p>
<p>– Quais são as principais informações que pretende que os seus clientes saibam sobre a sua nova empresa?<br />
Se sabe, ótimo. Se não sabe, identifique essas informações.</p>
<p>Passo 4 – <strong>CRIE UM PLANO DE NEGÓCIOS</strong></p>
<p>Hora de avançar para o Plano de Negócios! Não tenha medo que ele não morde.<br />
Comece a redigi-lo tendo em conta que deve incluir o sumário executivo, a descrição da empresa (nomeadamente o que torna a empresa única), a análise de mercado (concorrência e público-alvo), estrutura da empresa, descrição da oferta, estratégia de marketing e vendas, projeções financeiras e todas as informações úteis adicionais.</p>
<p>Passo 5 – <strong>FAÇA O PLANO DE MARKETING</strong></p>
<p>Outro “bicho” que não morde. Antes de iniciar o negócio deve planear o seu esforço a nível de marketing e vendas. O Plano de Marketing deve ser entendido como um complemento ao Plano de Negócios e como um instrumento indispensável ao desenvolvimento da empresa. É um documento que detalha as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing. Pode ser um plano para a marca, produto ou serviço e pode cobrir entre um e cinco anos. É uma ferramenta estratégica utilizada também para identificar as forças, fraquezas, ameaças e oportunidades (análise SWAT) que o mercado proporciona à empresa, estimulando a mesma a estabelecer metas, objetivos e a procurar conhecer as necessidades e os desejos dos seus clientes/consumidores.<br />
Não se esqueça que o Plano de Marketing torna a sua empresa menos vulnerável às crises, pois pode prevê-las com alguma antecedência. Também é possível superar a concorrência planeando atempadamente produtos e serviços mais adequados aos desejos e necessidades dos clientes. Para mais, no Plano de Marketing deve estar também patente a estratégia digital, avaliando a introdução e promoção da empresa no mercado online. Não deve ser esquecida a presença no Facebook, Twitter, Google+, LinkedIn e outras redes sociais, nem tão pouco a inserção de um site e blog na web. A par, avalie a publicidade que pode fazer em outdoors, revistas, etc. O importante é que avise as pessoas de que existe e está implantado no mercado. Não se esqueça de pensar no nome, logotipo, cores e tipos de letra da sua marca. Nem nos cartões-de-visita, papel timbrado e assinaturas de email para demonstrar aos clientes e outros parceiros o seu elevado grau de profissionalismo.</p>
<p>Passo 6 – <strong>PROCURE POR INTERESSADOS NA SUA IDEIA DE NEGÓCIO</strong></p>
<p>Nesta fase o encontro com interessados no projeto é muito importante, particularmente se necessita de investidores. É hora de dar então a conhecer a sua ideia de negócio a terceiros. Reúna com os interessados para debater ideias e pensar nos riscos e nas recompensas, para depois esboçar tudo num plano. Mas veja bem a quem divulga o seu projeto de negócio, não vá algum dos intervenientes quebrar o sigilo.<br />
Se está com dificuldades em encontrar interessados, misture-se com outros empreendedores. Há encontros de empreendedorismo em vários locais, onde pode encontrar sócios, parceiros e clientes, bem como ouvir tanto histórias de sucesso como de fracasso. E aprender com os outros.<br />
No final não se esqueça que o sócio ideal é aquele que tem capacidades complementares às suas e com quem pode dividir as tarefas. Lembre-se de que se estiver a investir numa área que não domina na perfeição, a melhor forma de colmatar lacunas é encontrar os parceiros adequados. Procure pessoas que partilhem a sua visão de negócio e ambição para evitar posteriores incompatibilidades e ruturas na gestão do projeto.</p>
<p>Passo 7 – <strong>FAÇA PESQUISAS</strong></p>
<p>Deve procurar inspiração para ser um bom empreendedor. Dedique algumas horas em pesquisas na web e fora dela: visite negócios, procure informações de grandes empresas e empreendedores que admira, leia tudo sobre o seu setor de negócio, etc. A inspiração pode vir da concorrência, sim, mas também de fora dela.</p>
<p>Passo 8 – <strong>PREPARE-SE PSICOLOGICAMENTE</strong></p>
<p>A preparação psicológica deve ser tida em conta. Não se abre uma empresa de ânimo leve e por isso o seu estado de espirito pode ser tão importante quanto o planeamento estratégico. Troque experiências com colegas, ex-colegas, sócios e mentores mas converse também com a sua família para que todos entendam que este será um momento especial. Empreender é algo que precisa de investimento emocional.</p>
<p>Passo 9 – <strong>A EQUIPA DE TRABALHO</strong></p>
<p>Agora que está prestes a iniciar a atividade da sua empresa e já tem uma estimativa do número e perfil de colaboradores de que vai necessitar para colocar a empresa a funcionar, é altura de iniciar o processo de recrutamento. Contrate profissionais competentes. Ponto. E avalia a contratação de uma empresa de contabilidade e marketing, também. Deverá prestar particular atenção aos cargos de direção e lembrar-se que poderá iniciar a atividade da empresa com um número reduzido de colaboradores e apostar num recrutamento posterior, à medida que cresce.<br />
Não se esqueça de que se apostou numa área na qual não tem particular experiência, pode suprir eventuais lacunas de formação recrutando especialistas nesses sectores.<br />
Se não está a contar contratar ninguém, porque basta uma pessoa no negócio, pode ser útil criar um plano de contratação para o futuro.</p>
<p>Passo 10 – <strong>O MATERIAL</strong></p>
<p>Não importa qual é a dimensão do seu negócio, onde fica a sede nem quantas pessoas lá vão trabalhar. Seja em que caso for, vai precisar de alguns itens essenciais para começar a operar no mercado. Crie uma lista de tudo que precisa e assinale o custo de cada item, seja o espaço de escritório, um computador, uma impressora ou um conjunto de canetas.passo a passo para abrir uma empresa em portugal</p>
<p>Passo 11 – <strong>ESCOLHA A FORMA JURÍDICA DA EMPRESA</strong></p>
<p>E DÊ ANDAMENTO AOS OUTROS PROCESSOS LEGAIS</p>
<p>A forma como a sua empresa se apresenta juridicamente é bastante importante para o seu funcionamento, já que será a identidade que a empresa tem e para a qual está legislada. Há diversas formas jurídicas ao seu dispor, cada uma com as suas particularidades. Escolha a que mais lhe convém:</p>
<p><strong>Empresário em nome individual</strong></p>
<p>Forma jurídica que consiste numa empresa que é liderada/fundada apenas por um indivíduo ou pessoa singular. Tem a particularidade de poder afetar bens próprios à exploração do negócio.</p>
<p><strong>Sociedades unipessoais por quotas</strong></p>
<p>Forma jurídica que resulta do facto de uma pessoa, singular ou coletiva, deter a totalidade do capital da companhia. As regras deste tipo de sociedades são idênticas às das sociedades por quotas, exceto quando existe mais do que um sócio.</p>
<p><strong>Estabelecimento individual de responsabilidade limitada (EIRL)</strong></p>
<p>Forma jurídica que está a deixar de ter impacto devido ao aparecimento das sociedades unipessoais. Tem a particularidade do empresário poder utilizar apenas uma parte do seu património pessoal para responder pelas dívidas da empresa. Ainda assim, se a empresa entrar em insolvência, poderá ser obrigado a usar todo o seu património para pagar as dívidas.</p>
<p><strong>Sociedades por quotas</strong></p>
<p>Forma jurídica que exige a existência de pelo menos dois sócios na empresa, sendo que nenhum dos sócios pode ser de outra empresa do mesmo setor. Além deste aspeto, também têm de participar em dinheiro ou com bens avaliáveis em dinheiro. Em termos legais, o nome da empresa com esta forma jurídica terá sempre de terminar em “Limitada” ou através da sua abreviatura Lda.</p>
<p><strong>Sociedades Anónimas (S.A.)</strong></p>
<p>Forma jurídica onde são as ações que mandam. Ou seja, os sócios limitam a sua responsabilidade ao valor das ações que detêm da empresa. O número mínimo para formar uma S.A. é de 5 sócios. No entanto, pode ser formada por um único sócio, desde que esse sócio seja uma sociedade. Em termos legais, o nome da empresa com esta forma jurídica terá sempre de terminar em “S.A.”.</p>
<p><strong>Sociedades em nome coletivo</strong></p>
<p>Forma jurídica onde os sócios respondem de forma ilimitada e subsidiária perante a empresa e são solidários entre si perante os credores. Têm de existir dois sócios, no mínimo, e podem ser admitidos sócios de indústria. Em termos legais, o nome da empresa com esta forma jurídica terá sempre de terminar em “Companhia” ou a sua abreviatura (Cia). Pode ainda usar outra nomenclatura, como é o caso de “e irmãos”.</p>
<p><strong>Sociedades em comandita</strong></p>
<p>Forma jurídica onde a responsabilidade é mista, pois reúne sócios com responsabilidade limitada, que contribuem com o capital (os comanditários), e sócios de responsabilidade ilimitada e solidária entre si, que contribuem com bens ou serviços e assumem a gestão e a direção efetiva da sociedade (os comanditados). Em termos legais, o nome da empresa com esta forma jurídica terá sempre de terminar em “em Comandita” ou “&amp; Comandita”, para as sociedades em comandita simples ou terminar “em Comandita por Ações” ou “&amp; Comandita por Ações”, para as sociedades em comandita por ações.</p>
<p>Depois de escolher a forma jurídica ideal para a sua empresa, dirija-se a um dos vários Centros de Formalidades de Empresas (CFE) para cumprir as seguintes tarefas:</p>
<ul>
<li>Pedido do Certificado de Admissibilidade de Firma ou Denominação de Pessoa Coletiva</li>
<li>Pedido do Cartão Provisório de Pessoa Coletiva</li>
<li>Marcação de Escritura Pública</li>
<li>Celebração de Escritura Pública</li>
<li>Declaração de início de atividade</li>
<li>Requisição do Registo Comercial, publicação no DR e inscrição no Registo Nacional de Pessoas Coletivas</li>
<li>Inscrição na Segurança Social</li>
<li>Pedido de Inscrição no cadastro Comercial ou Industrial</li>
</ul>
<p>Passo 12 – <strong>INTERAJA COM OS CONSUMIDORES</strong></p>
<p>É importante interagir com o mercado consumidor, principalmente antes de iniciar o negócio e durante os primeiros seis meses de atividade. Vá a feiras e demais eventos voltados para o público que lhe interessa. Fale com os comerciantes e com os clientes.</p>
<p>Passo 13 – <strong>FAÇA UMA REVISÃO DAS SUAS FINANÇAS</strong></p>
<p>Tenha atenção aos cuidados de contabilidade e impostos antecipadamente. Depois de decidir qual o tipo de empresa que vai criar e que melhor protege os seus bens pessoais, use um software de contabilidade para facilitar a exportação de registos ao fazer os impostos. Se necessário, contrate um contabilista que garanta que os impostos estão corretos.</p>
<p>Passo 14 – <strong>FINANCIAMENTO</strong></p>
<p>O ideal seria que conseguisse financiar o seu negócio com capitais próprios, mas a percentagem de empreendedores que consegue criar uma empresa sem recorrer a financiadores externos é pequena. Assim, deve estar preparado para defender o seu projeto junto da Banca, de investidores privados ou empresas de capital de risco.<br />
A vida do seu negócio depende do financiamento e por isso é importante ter uma estimativa bastante realista das necessidades de capital inicial fundamental para o arranque do negócio. A partir daqui será mais fácil definir onde se deverá dirigir para conseguir esse capital. Qualquer que seja a sua escolha, deverá ter uma estratégia para atrair os investidores e conseguir convencê-los de que o seu projeto é viável. O ideal será encontrar uma forma de fazer com que o seu projeto se distinga dos demais que as entidades financiadoras têm para analisar. Nesta fase o objetivo é conseguir um compromisso de financiamento que assegure a criação da empresa. Depois de assumido esse compromisso, é necessário recorrer a um advogado para fechar o negócio com as fontes de financiamento.<br />
Além da Banca, há outras formas de conseguir financiamento e apoios para criar uma empresa, nomeadamente:</p>
<p><strong>Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP)</strong></p>
<p>Se está desempregado o IEFP tem um conjunto de apoios e serviços destinados à viabilização de novos projetos empresariais de pequena dimensão. Para serem elegíveis, os projetos necessitam respeitar alguns requisitos relacionados com o valor total de investimento, entre outros aspetos.</p>
<p><strong>Apoios à Criação de Empresas através de linhas de crédito</strong></p>
<p>Outro tipo de apoio para quem está desempregado. Trata-se de uma linha de financiamento para operações de crédito de montante superior a 20 mil euros e até 200 mil euros, para financiamento de projetos de investimento superior a 20 mil e até 200 mil euros ou, na variante Microinvest, para operações de crédito até 20 mil euros, para financiamento de projetos de investimento até ao mesmo valor.</p>
<p><strong>Plano Nacional de Microcrédito</strong></p>
<p>Este plano apoia os projetos de criação do próprio emprego promovidos por beneficiários das prestações de desemprego, desde que os mesmos assegurem o emprego a tempo inteiro dos promotores subsidiados. Tem uma linha de investimento para operações de crédito até 20 mil euros, para financiamento de projetos de investimento até ao mesmo valor.</p>
<p><strong>Apoios à Criação do Próprio Emprego por Beneficiários de Prestações de Desemprego</strong></p>
<p>Apoio para beneficiários que apresentem um projeto que origine, pelo menos, a criação do seu emprego a tempo inteiro. Tem uma linha de financiamento para operações de crédito de montante superior a 20 mil euros e até 200 mil euros, para financiamento de projetos de investimento superior a 20 mil e até 200 mil euros e outra linha, de Microinvest, para financiamento para operações de crédito até 20 mil euros, para financiamento de projetos de investimento até ao mesmo valor.</p>
<p><strong>Finicia</strong></p>
<p>Programa que facilita o acesso a soluções de financiamento e assistência técnica na criação de empresas ou em empresas na fase inicial do seu ciclo de vida, com projetos empresariais diferenciadores ou com potencial de valorização. Destina-se a projetos empresariais com elevado conteúdo de inovação, aos quais seja atribuído o Estatuto IAPMEI Inovação e dá acesso aos seguintes instrumentos de financiamento: capital de risco, crédito com garantia e combinação de instrumentos de financiamento.</p>
<p><strong>Bolsa de Ideias e Meios</strong></p>
<p>Iniciativa de captação de ideias de negócio e de facilitação do acesso a fontes de financiamento, criada pelo IAPMEI e que se destina a pessoas singulares ou coletivas que tenham ideias inovadoras de criação de novas empresas nos setores industrial, energético, turístico, comercial, de serviços e de transportes. A linha de financiamento indexada ao BIM é o programa Finicia.</p>
<p><strong>Business Angels</strong></p>
<p>Destina-se a empresas que estão a emergir, cuja dimensão é demasiado reduzida para atraírem capital de risco.</p>
<p><strong>Capital de risco</strong></p>
<p>Financia empresas, apoiando o seu desenvolvimento e crescimento, com fortes reflexos na gestão. É também uma das principais fontes de financiamento para jovens empresas, start-ups e investimentos de risco com elevado potencial de rentabilização. A Associação Portuguesa de Business Angels (como se qualificam os investidores de capital de risco) é uma das entidades que reúne investidores que procuram dar um incentivo e ajuda na fase inicial das empresas. Além do investimento monetário, contribuem também com conhecimentos técnicos ou de gestão, bem como redes de contatos. Este apoio destina-se a negócios que estão a começar, em fase de expansão ou em mudança de gestão e envolve, inclusive, apoio a estudos de mercado para determinar a viabilidade de um produto ou serviço.</p>
<p><strong>Ninho de empresas</strong></p>
<p>O ninho estimula a capacidade criativa e empreendedora dos jovens, proporcionando-lhes os apoios necessários à criação ou desenvolvimento de empresas. Destina-se a pessoas entre os 18 e os 35 anos, recém-licenciadas, com formação profissional especializada ou experiência profissional comprovada, que queiram criar a sua empresa de consultadoria e serviços. Traduz-se num espaço físico de incubação, dotado de estruturas de apoio técnico, material e logístico, onde os jovens podem exercer atividades empresariais, na área dos serviços.</p>
<p>Passo 15 – <strong>ESCOLHA O LOCAL DA EMPRESA</strong></p>
<p>Nesta fase já deve ter optado pelo local da sede da sua empresa. Perfeito! Mas se ainda não decidiu, saiba que para decidir onde localizar o seu negócio, deve levar em conta a área de influência, o comportamento do consumidor, a estratégia de localização comercial, o potencial da área e os aspetos físicos do ponto.<br />
Faça a sua pesquisa e opte pelo melhor escritório ou pela melhor loja possível para o seu negócio. O local que escolhe para instalar a sua empresa faz toda a diferença. Além de ser uma das primeiras imagens que os clientes têm de si, deverá adequar-se à atividade que quer desenvolver, aos targets que quer alcançar e a vários outros fatores.<br />
A primeira decisão que terá de tomar é se procura um espaço próprio ou arrendado. A partir daqui, poderá recorrer – se necessário – a um agente imobiliário.</p>
<p>Passo 16 – <strong>ESPAÇO PARA A EMPRESA</strong></p>
<p>Sabe qual o local onde quer implementar o seu negócio mas ainda não se decidiu pelo espaço? Arranje um agente imobiliário, que o possa ajudar! O pagamento já fica a cargo da empresa. E tenha em conta que o maior custo vai ser o tempo que vai perder à procura do espaço ideal no local adequado.</p>
<p>Passo 17 – <strong>ZELE PELOS ASPETOS LEGAIS</strong></p>
<p>Esteja ao lado da lei. Tire os alvarás de funcionamento, autorizações e documentos públicos. Não esqueça que isso requer tempo, pois existe uma burocracia por trás de todo este processo. Se for necessário, contrate um advogado.</p>
<p>Passo 18 – <strong>CONSTITUA A EMPRESA</strong></p>
<p>Se sobreviveu a todas estas etapas, chegou o momento de iniciar a atividade da sua empresa! Assegure-se de que todos os pormenores estão operacionais para receber os clientes desde as instalações, aos recursos humanos, às estruturas de comunicação (telefones, faxes, emails). Nesta fase deve estabelecer os principais sistemas de gestão e definir áreas de contabilidade, logística, controlo de qualidade e outras. É também importante que inicie o processo de promoção da empresa. Pode apostar em campanhas de publicidade, maillings, press releases, etc. Deverá ainda motivar os seus colaboradores para o início de atividade, dar-lhes indicações precisas daquilo que se espera e dos objetivos a atingir. É também o momento de contactar os fornecedores (e outros parceiros) e definir prazos.</p>
<p>PAsso 19 – <strong>DEFINA METAS FUTURAS</strong></p>
<p>Não interessa se o seu negócio ainda nem nasceu, tem um dia de idade ou anos de vida. Defina sempre metas futuras! Isso é importante para empurrar o seu negócio para a frente. Examine a concorrência, o mercado, os colaboradores, investidores e parceiros para se decidir por novos objetivos na senda do sucesso.</p>
<p>E boa sorte para o seu negócio!</p>
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		<title>5 Maiores erros dos Vendedores</title>
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				<pubDate>Wed, 01 Nov 2017 19:22:23 +0000</pubDate>
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								<content:encoded><![CDATA[<h1>Os 5 Maiores Erros dos Vendedores</h1>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-209" src="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/11/vendedor.jpg" alt="" width="298" height="169" /></p>
<h2>1. Não cuidar do ambiente que o rodeia</h2>
<p>Pouca gente tem a noção clara de que o desempenho humano depende diretamente do comportamento e que esse comportamento depende da nossa maneira de pensar.</p>
<p>Maneira de pensar essa, que foi aprendida num processo de observação, imitação, repetição. Ou seja, nós aprendemos as nossas competências, convicções e valores das pessoas à nossa volta, do nosso ambiente.</p>
<p>Por isso tendemos a ter o mesmo tipo de resultados das 5 pessoas que nos são mais próximas.</p>
<p>Cuidar dos estímulos informativos que temos à nossa volta, torna-se o aspecto mais crítico para estimular os nossos resultados.</p>
<p>Procure dar-se com pessoas de sucesso e com os melhores vendedores que conhecer.</p>
<p>Desligue a televisão e deixe de frequentar a internet por motivos lúdicos. Rodeie-se dos melhores livros e faça os melhores cursos.</p>
<p>Um dia há-de perguntar-se onde andavam os resultados que, de repente, está a conseguir materializar.</p>
<div align="center"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>2. Não conhecer a lei de semear e colher</h2>
<p>Nós somos governados por leis. Não só as que o homem faz mas, principalmente, as que já cá estavam quando quer que seja que nós cá chegámos. A mãe de todas essas leis é a causa e efeito, ou na sua versão bíblica a lei de semear e colher.</p>
<p>Só colhemos aquilo que semeamos e nada mais.</p>
<p>Para colher vendas temos antes de semeá-las, bem como cuidar e defender essa sementeira. As vendas que não estão a ser colhidas é porque não foram semeadas.</p>
<h2></h2>
<h2>3. Não saber os seus números.</h2>
<p>Há um padrão matemático por trás de tudo o que acontece na vida. Conhecer esse padrão, para que depois o possamos estimular, é uma das mais importantes coisas que pode fazer para estimular as suas vendas.</p>
<p>O volume das vendas que está a fazer, decorreu de um determinado número de transações, ponderado por um determinado valor médio de transação. Essas transações decorreram, por sua vez, de um determinado número de propostas que tiveram origem numa certa quantidade de reuniões de diagnóstico.</p>
<p>Por último, cada diagnóstico correspondeu a um número médio de contactos.</p>
<p>Compreender que as suas vendas nascem deste processo e que há taxas de conversão médias entre cada fase do mesmo e monitorizar todos estes números, torna-se decisivo para poder estimular as suas vendas de forma efectiva e previsível.</p>
<h2></h2>
<h2>4. Não defender o seu tempo</h2>
<p>O tempo, ou as escolhas que fazemos sobre como o usar, são , em rigor, o único factor crítico de sucesso. Os vendedores mais bem-sucedidos, não o são, porque trabalham mais horas do que os outros.</p>
<p>São muito esforçados sim mas, acima de tudo, aplicam o seu esforço nos sítios certos. Aplicam o seu esforço nos 20% das atividades que lhes trazem 80% dos resultados. Por isso colocam muito mais valor na sua hora de trabalho.</p>
<p>Identifique as suas atividades mais produtivas, decida claramente sobre o que deve fazer e o que não pode fazer e de seguida, o que fazer primeiro e o que fazer depois.</p>
<h2></h2>
<h2>5. Não investir mais na venda repetida e referenciação</h2>
<p>Joe Girard, considerado pelo guiness como o melhor vendedor do mundo, tinha na venda repetida praticamente 70% do seu volume de negócios.</p>
<p>Servir melhor (mais vezes) quem já nos compra é para a maior parte dos comerciais uma verdadeira mina de ouro e que muito poucos estão a cavar.</p>
<p>E o maior paradoxo é que se tornam vendas muito fáceis, pois é apenas perguntar, de forma constante e consistente, de que outras formas podemos ajudar.</p>
<p>Da mesma maneira devemos pedir, sistematicamente, aos nossos clientes que nos refiram contactos seus que também possam interessar-se por aquilo que nós fazemos.</p>
<p>Mantenha-se atento a todas as oportunidades de capitalizar nestas ideias e os seus resultados nunca mais serão os mesmos</p>
<p><a href="http://www.amaissolucoes.pt" target="_blank" rel="noopener">A+Soluções</a></p>
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		<title>6 razões para apostar em conteúdos efémeros</title>
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				<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 19:33:19 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Kay Hsu, global Instagram lead, acredita que as marcas têm muito a ganhar com a partilha de conteúdos que acabarão por desaparecer. A responsável afirma que as marcas e anunciantes têm de aprender a lidar com os novos formatos digitais, não se deixando levar pelo que parece confortável. Um destes formatos existe sob a forma [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-205" src="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/instagram-stories-marketeer.jpg" alt="" width="620" height="310" srcset="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/instagram-stories-marketeer.jpg 620w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/instagram-stories-marketeer-600x300.jpg 600w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/instagram-stories-marketeer-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p>Kay Hsu, global Instagram lead, acredita que as marcas têm muito a ganhar com a partilha de conteúdos que acabarão por desaparecer. A responsável afirma que as marcas e anunciantes têm de aprender a lidar com os novos formatos digitais, não se deixando levar pelo que parece confortável.</p>
<div>
<p>Um destes formatos existe sob a forma de Instagram Stories. Num artigo para a Adweek, Kay Hsu aponta seis razões pelas quais os profissionais do Marketing devem abraçar os conteúdos com prazos de validade:</p>
<div>
<p><strong>1 – Abordagem diferente ao storytelling.</strong> De acordo com a responsável, conteúdos como as stories do Instagram mudam a forma como os criativos desenvolvem narrativas, dando-lhes mais liberdade. Não existem regras ou fórmulas para o sucesso;</p>
<div>
<p><strong>2 – É uma experiência.</strong> As stories permitem às marcas criar experiências imersivas para os utilizadores, onde a interactividade pode ser rainha. É esta possibilidade de interagir com a marca que ajuda a prender a atenção do público;</p>
<div>
<p><strong>3 – Flexibilidade e foco em simultâneo.</strong> Este formato do Instagram pode ser utilizado da forma que as insígnias entenderem, com dimensões maiores ou mais reduzidas, como complemento ou campanha por si só. Mesmo que sejam partilhadas várias mensagens na mesma story, a probabilidade de captar a atenção do utilizador é maior do que noutros formatos;</p>
<div>
<p><strong>4 – É onde as pessoas estão.</strong> As Instagram Stories contam com 250 milhões de utilizadores activos diariamente, sendo que as pessoas com menos de 25 anos passam, em média, cerca de 32 minutos nesta rede social, todos os dias;</p>
<div>
<p><strong>5 – É uma caixa de ferramentas para a criatividade.</strong> Desde que foi apresentada ao público, a secção Stories do Instagram já lançou mais de 20 novas funcionalidades, entre stickers, directos e filtros, entre outros. Os materiais para construir uma campanha ou conteúdo continuam a aumentar;</p>
<div>
<p><strong>6 – É duradouro.</strong> Apesar de ter por base vídeos e fotografias que apenas estarão disponíveis durante 24 horas, as Instagram Stories podem deixar marcas duradouras. Por terem um carácter exclusivo, fazem com que os utilizadores voltem à página da marca para continuar a acompanhar as suas aventuras.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Espanhola Glovo já aterrou em Portugal</title>
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				<pubDate>Sat, 28 Oct 2017 11:06:43 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Ainda que só tenha chegado à capital portuguesa, a espanhola GLovo poderá obrigar a que mais players portugueses apostem neste segmento, ainda descoordenado e desorganizado.<br />
Poderão fundos de investimento seleccionar as start-ups que estão aí, a melhorarem as suas estratégias e de gestão e investimento</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone  wp-image-201" src="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/Glovo-app.jpg" alt="" width="384" height="192" srcset="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/Glovo-app.jpg 620w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/Glovo-app-600x300.jpg 600w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/Glovo-app-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 384px) 100vw, 384px" /></p>
<p>A Glovo inicia esta semana as suas operações em Lisboa, a primeira cidade portuguesa a receber a startup espanhola. Em traços gerais, a Glovo garante ser a primeira aplicação que permite comprar, receber e enviar qualquer produto dentro da mesma cidade.</p>
<div>
<p>No fundo, trata-se de uma startup dedicada a serviços de entrega ao domicílio que conta com uma vasta rede de parceiros para assegurar que os utilizadores recebem em casa todos os artigos que desejam. Hamburgueria da Parada, Sushi do Sá Morais, El Clandestino e Pastelaria Batalha são alguns dos estabelecimentos que juntaram à Glovo, em Lisboa, por entre um conjunto de restaurantes, floristas, farmácias e supermercados de bairro.</p>
<div>
<p>Criada em Barcelona, em Fevereiro de 2015, a Glovo já ultrapassou um milhão de pedidos. Conta com 250 mil utilizadores e três mil parceiros num total de 17 cidades europeias. Óscar Pierre, fundador e CEO da startup, afirma que a chegada à capital portuguesa permite fortalecer a presença da plataforma na Europa e, por outro lado, contribuir para a transformação do sector de entrega: «Os consumidores apostam mais em serviços que oferecem entregas imediatas e personalizadas.»</p>
</div>
</div>
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		<title>Conheça os erros cometidos pelas PME no Portugal 2020</title>
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				<pubDate>Fri, 27 Oct 2017 21:50:41 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>5 erros cometidos no Portugal 2020   Não existir uma estratégia Certos empresários procuram apenas obter apoios sem saber aquilo que pretendem, e sem terem uma estratégia empresarial definida e planeada. Não possuir estatuto de PME No Portugal  2020 a maioria dos apoios estão destinados às pequenas e médias empresas, devendo as mesmas requerer ou [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>5 erros cometidos no Portugal 2020</strong></h2>
<p><strong> <img class="alignnone size-full wp-image-198" src="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/COMPETE2020.jpg" alt="" width="1028" height="148" srcset="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/COMPETE2020.jpg 1028w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/COMPETE2020-600x86.jpg 600w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/COMPETE2020-300x43.jpg 300w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/COMPETE2020-768x111.jpg 768w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/COMPETE2020-1024x147.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1028px) 100vw, 1028px" /></strong></p>
<ol>
<li>
<h5><strong>Não existir uma estratégia</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Certos empresários procuram apenas obter apoios sem saber aquilo que pretendem, e sem terem uma estratégia empresarial definida e planeada.</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong>Não possuir estatuto de PME</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>No Portugal  2020 a maioria dos apoios estão destinados às pequenas e médias empresas, devendo as mesmas requerer ou possuir uma certificação PME por parte do IAPMEI. Atender também ao facto de que se uma empresa registar uma participação acionista superior a 25% de uma grande empresa ela não poderá obter o estatuto de PME.</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong>Desconhecer o Sistema de Incentivos a candidatar</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>No âmbito do Portugal 2020, existem diversos sistemas de incentivos inseridos nos diferentes programas operacionais:  Compete 2020; Inclusão Social e Emprego; PDR 2020 ou Mar 2020 são alguns dos exemplos dos principais programas operacionais.</p>
<p>É importante que a empresa avalie em função do seu projeto, montante de investimento e custos de investimento, o sistema de incentivos que poderá ser mais indicado.</p>
<ol start="4">
<li>
<h5><strong>Não pedir ajuda a uma consultora especializada</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Submeter uma candidatura não é um processo fácil. Existe um conjunto de elementos que têm que ser submetidos  em detalhe com um alto nível de exigência.</p>
<p>No caso de micro ou pequenas empresas, torna-se ainda mais complexo fornecerem a informação requerida, pois essas empresas por norma não possuem nos quadros técnicos qualificados capazes de responder a todas as questões técnicas colocadas no âmbito da candidatura. Por essa razão, muitas acabam por ter que solicitar apoio a empresas de consultoria.</p>
<ol start="5">
<li>
<h5><strong>Desconhecer como funcionam os programas regionais</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Os valores de financiamento diferem nas zonas do país. Algumas zonas, como o Norte e o interior do país, são consideradas prioritárias e por isso dispõem de maior disponibilidade orçamental e condições mais vantajosas para as PME, em alguns dos sistemas de incentivos existentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contacte a <a href="http://www.amaissolucoes.pt" target="_blank" rel="noopener">A+Soluções</a> para lhe indicarmos soluções e especialistas no Portugal2020 e Compete2020</p>
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		<title>PORQUE É TÃO DIFÍCIL TRABALHAR NO ESCRITÓRIO?</title>
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				<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 12:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Quase todas as pessoas têm de se deslocar para um escritório, ou para um espaço fisico onde trabalham. As empresas procuram construir espaços comuns adequados a reunir colaboradores num espaço comum, um desafio complexo se pensarmos que todos temos necessidades diferentes. Neste artigo vamos falar brevemente sobre as dificuldades, e os verdadeiros motivos pelos quais [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<h4>Quase todas as pessoas têm de se deslocar para um escritório, ou para um espaço fisico onde trabalham. As empresas procuram construir espaços comuns adequados a reunir colaboradores num espaço comum, um desafio complexo se pensarmos que todos temos necessidades diferentes.</h4>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-195" src="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/remote-work.png" alt="" width="799" height="399" srcset="http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/remote-work.png 799w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/remote-work-600x300.png 600w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/remote-work-300x150.png 300w, http://www.amaissolucoes.pt/wp-content/uploads/2017/10/remote-work-768x384.png 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p>Neste artigo vamos falar brevemente sobre as dificuldades, e os verdadeiros motivos pelos quais tantas vezes os colaboradores parecem ser mais produtivos fora do espaço de trabalho.  As empresas investem para tornar os espaços agradáveis, com as comodidades necessárias a nível de mobiliário, iluminação e por vezes até zonas de comuns de descontração.</p>
<p>No entanto se questionarmos os funcionários sobre o local em que conseguem adiantar trabalho, com eficiência e concentração, as respostas são bastante surpreendentes. Para algumas será um horário particular, durante a noite ou ao fim-de-semana, outras  apontarão locais alternativos como a cozinha no escritório, uma cave em casa ou num café. Também é frequente que mencionarem uma viagem de comboio ou de avião, como especialmente produtivas.</p>
<h4><strong>Interrupções no local de trabalho.</strong></h4>
<p>O local de trabalho é o local onde a maioria das pessoas consegue ter alguns momentos de produtividade, as perguntas de colaboradores ou das chefias, as constantes interrupções mesmo relacionadas com trabalho, podem ser extremamente contraproducentes. Entre reuniões e conferências, fica a sensação de não se ter concretizado trabalho objetivo.</p>
<h4>Trabalhos criativos necessitam de mais tranquilidade.</h4>
<p>Designers, programadores, escritores, e outros profissionais em áreas criativas, necessitam de mais tempo sem interrupções de forma a conseguirem ter ideias inovadoras. Pensar de forma aprofundada sobre um problema, encontrar soluções, são tarefas que implicam concentração.</p>
<p>Trabalhar nestes espaços alternativos ao local de trabalho, seja em casa ou em horários desencontrados da maioria da equipa, permite aumentar os períodos de trabalho continuo e a produtividade de forma geral.</p>
<h4>Interrupções positivas.</h4>
<p>Muitas vezes os gestores de equipa não são favoráveis a que esta trabalhe a partir de casa devido às distrações em que estarão envoltos, televisão, animais de estimação e pequenos assuntos domésticos. No escritório preferem banir o acesso a redes sociais, por constituirem uma distração mas estas pausas para consulta das redes sociais, são semelhante ao ato de fumar quando este ainda era aceitável.</p>
<h4>Os verdadeiros problemas.</h4>
<p>As reuniões constantes são um problema muito maior, uma verdadeira distração. Por vezes inesperadas, sem preparação prévia, o que leva que seja pouco produtivas. Parecem ter uma forma de se multiplicarem, conduzindo a outras reuniões e que invariavelmente têm demasiadas pessoas para serem funcionais.</p>
<p>Colegas, chefias e todas as interrupções, transformam o dia de trabalho de uma empresa numa série de pequenos momentos de trabalho, pautados por muitas interrupções.</p>
<h4>Algumas sugestões.</h4>
<p>Optar por apenas comunicar por e-mail, ou mesmo criar momentos em que a comunicação está interrompida, é fundamental para conseguir um espaço de concentração. Apenas uma pequena parte das solicitações que recebemos no dia à dia são urgentes, a maioria podem ser agendadas para mais tarde e não devem perturbar o trabalho que é realmente prioritário. Numa época em que a comunicação é feita de tantas formas diferentes, e somos constantemente inundados por solicitações, há que criar momentos em que nos retiramos da agitação para desenvolver trabalho que requer concentração.</p>
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		<title>7 pontos para uma presença de sucesso nas redes sociais</title>
		<link>http://www.amaissolucoes.pt/7-pontos-para-uma-presenca-de-sucesso-nas-redes-sociais/</link>
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				<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 21:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[Viseu]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Texto de Virgínia Coutinho, autora de “The Social Book”, consultora em Social Media e Marketing Digital &#160; &#160; &#160; O investimento das empresas em Social Media Marketing tem vindo a crescer de ano para ano e tudo aponta para que esta tendência se mantenha. Segundo o estudo “CMO Survey 2017”, realizado pela Deloitte, prevê-se que [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="http://www.amaissolucoes.pt/7-pontos-para-uma-presenca-de-sucesso-nas-redes-sociais/">7 pontos para uma presença de sucesso nas redes sociais</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.amaissolucoes.pt">A+Soluções</a>.</p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto de Virgínia Coutinho, autora de “The Social Book”, consultora em Social Media e Marketing Digital</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>O investimento das empresas em Social Media Marketing tem vindo a crescer de ano para ano e tudo aponta para que esta tendência se mantenha. Segundo o estudo “CMO Survey 2017”, realizado pela Deloitte, prevê-se que nos próximos cinco anos, a Social Media represente 18,5% dos orçamentos de Marketing, por oposição aos 10,5% que representa neste momento. Estes dados reflectem um aumento do investimento em Social Media na ordem dos 90%.</p>
<div>
<p>Se, por um lado, este estudo, lançado em Fevereiro deste ano, revela que a aposta em Social Media tem vindo e vai continuar a aumentar, por outro, revela que a maioria das empresas ainda não consegue mostrar a eficácia deste canais. 81,5% dos inquiridos revelaram que não foram capazes de provar o impacto quantitativo da presença nas redes sociais.</p>
<div>
<p>É evidente que medir o impacto de Social Media nas vendas quando temos um e-commerce é tarefa fácil, mas quando somos uma marca de grande consumo é bastante mais díficil. No entanto, há empresas que o conseguem fazer.</p>
<div>
<p>Nos últimos anos fiz parte da empresa especializada em Social Media Analytics, Socialbakers. Tive aí a oportunidade de conhecer de perto a estratégia e os desafios em Social Media de marcas das mais diversas dimensões, várias indústrias e pontos do globo. Trabalhei com empresas mais sociais (que tinham já passado por uma transformação digital) e com empresas que ainda estavam a descobrir estes novos canais. Esta oportunidade de trabalhar com empresas tão distintas permitiu-me encontrar pontos comuns entre as que estavam a ter sucesso nas redes sociais, as quais partilho neste artigo:</p>
<div>
<p><strong>1 &#8211; Sabem porque estão nas redes sociais</strong></p>
<p>Este ponto tem tanto de básico como de crucial. As empresas com as quais trabalhei que têm presenças de sucesso nas redes sociais têm objectivos bem definidos e quantificáveis. Não só sabem hoje o que pretendem com as plataformas como, antes de apostarem nas mesmas, pensaram-no de forma detalhada e definiram o papel que as redes sociais iriam ter dentro das suas empresas.</p>
<p>Estes objectivos nem sempre estão relacionados com vendas. Ter outros canais de apoio ao cliente e melhorar este serviço, aumentar a notoriedade num determinado segmento ou até manter uma comunidade activa podem ser alguns dos objectivos estipulados.</p>
<p>Por exemplo, a Lambourghini não pretende aumentar as suas vendas através das redes sociais mas manter a sua comunidade de fãs, de amantes da marca, activa. Manter o desejo e o culto pela marca é a razão pela qual estão presentes nas redes sociais;</p>
<div>
<p><strong>2 &#8211; Social Media não é uma função do departamento Digital ou de Social Media</strong></p>
<p>A presença nas redes sociais não deverá pertencer apenas e só ao departamento de Marketing, muito menos ao departamento de Marketing Digital (confesso que nunca entendi esta fragmentação entre departamento de Marketing e departamento de Marketing Digital). Dependendo da estrutura da empresa, as redes sociais podem ser ferramentas e canais geridos por mais ou menos departamentos, como o departamento de comunicação, o departamento de apoio ao cliente, o departamento de inovação de produto, entre outros. Antes de apostarem nestes canais sociais, os vários departamentos deverão discutir o porquê e quais as mais-valias que identificam para as suas áreas e ameaças que vêem com essa aposta.</p>
<p>Muitas destas empresas  optam por criar o que designam de “Social Media Comittee”. Isto é, reúnem pessoas de vários departamentos, geralmente pessoas com um mindset mais digital, e discutem vários pontos relacionados com a presença nas redes sociais.  Envolver e ouvir várias pessoas de diferentes departamentos poderá, muitas vezes, ser a chave.</p>
<p>Para melhor ilustrar este ponto, irei partilhar o caso Dell. Depois do artigo “Dell lies, Dell sucks” (tal como o nome indica, uma reclamação online), ter sido publicado, em 2005, a marca teve a capacidade de se transformar e de se tornar uma das marcas mais sociais, em vez de se ter retraído e temido que uma presença nas redes sociais lhes gerasse situações de crise. Aceitaram que enquanto empresa precisavam de maior proximidade com os seus clientes e transparência. Mudaram a sua atitude e criaram a certificação interna de “Dell Certified Social Media and Community Professional”. Isto é, qualquer funcionário, dos vários departamentos, poderia formar-se e tornar-se uma voz da marca, responder nas redes sociais pela marca. Em 2013 eram já 10 mil os funcionários com formação para darem resposta às cerca de 25 mil conversas que se geravam por dia;</p>
<div>
<p><strong>3 &#8211; Os quadros superiores estão sempre envolvidos</strong></p>
<p>Todas as marcas/empresas que vi a terem sucesso nas redes sociais, com estratégias sólidas e a garantirem resultados, tinham os quadros superiores envolvidos. Redes sociais eram mesmo tópico de reuniões de administradores e grandes decisões eram tomadas com o conhecimento ou envolvimento de um bom número de pessoas do C-level.</p>
<p>A Lenovo, por exemplo, deu um enorme salto qualitativo nas redes sociais, garantindo melhores resultados quando, em 2014, o CEO foi o catalisador da mudança interna: tornar a Lenovo uma empresa mais social. A empresa começou aí a investir muito mais em social media e foi criado o departamento de “Global Engagement Marketing”, que reportava directamente ao CEO. Antes desta alteração o departamento de Social Media reportava ao director de Relações Públicas;</p>
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<p><strong>4 &#8211; Entendem que “barato” é diferente de “mais barato”</strong></p>
<p>Apostar em Social Media, ou em apenas anúncios através destas plataformas, é habitualmente mais barato do que os meios tradicionais, mas muitas das vezes está longe de ser barato.</p>
<p>Um bom vídeo de 30 segundos é um bom vídeo de 30 segundos, independentemente de ser partilhado através de televisão ou redes sociais! Isto é, os custos de produção para um bom vídeo para redes sociais não pode nem deve ser 20 vezes inferior a um bom vídeo de 30 segundos para televisão. O canal não deverá definir os preços dos materiais.</p>
<p>Para além disso, hoje é praticamente inevitável apostar-se em media/anúncios para se conseguir uma boa presença nas redes sociais. Tomemos o exemplo do Facebook. Com um algoritmo do feed de notícias cada vez mais rigoroso, é normal que marcas com centenas de milhares de seguidores estejam a alcançar menos de 5% dos seus seguidores quando publicam organicamente. A maioria das multinacionais tem já políticas internas para patrocinarem 100% das publicações que partilham nesta rede social.</p>
<p>Isto é, ter uma presença forte nas redes sociais exige investimentos constantes e, muitas das vezes, avultados;</p>
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<p><strong>5 &#8211; Escolhem correctamente os parceiros</strong></p>
<p>Nem sempre escolher a agência para gerir a presença da marca nos Social Media é tarefa fácil. Muitas das vezes as empresas trabalham já com várias agências (de publicidade, media, ponto de venda&#8230;) em que todas elas prestam esse serviço de gestão de redes sociais. Especialmente quando não se tem a certeza do papel que as redes sociais terão na empresa é difícil saber quem será o parceiro correcto para as gerir.</p>
<p>Para este caso, não existe uma medida que funcione para todas as empresas. Muitas delas escolhem agências especializadas em Social Media, mas garantem que estas trabalham de perto com as restantes agências (de media, criativa, RP&#8230;). Outras escolhem agências do mesmo grupo ou uma agência que trabalhe as várias áreas mencionadas. O único ponto que deverá ter em consideração é que todos os seus parceiros destas áreas deverão comunicar e trabalhar em conjunto. Não faz sentido ter uma agência a fazer media no Facebook e outra a fazer conteúdos e gestão de comunidade sem que as mesmas trabalhem em conjunto.</p>
<p>A Bimbo (empresa que detém mais de 100 marcas em 22 países e mais de 10 mil produtos), para solucionar este ponto, optou por criar a sua própria agência. Para melhor atenderem às necessidades das várias marcas, foi criada a Vector-B, agência que trabalha apenas com marcas Bimbo, fruto da união de FBC, McCann e Initiative;</p>
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<p><strong>6 &#8211; Ouvem os seus consumidores</strong></p>
<p>O planeamento e criação de Command Centers foi um dos serviços que prestei a várias marcas, no Brasil e na América Latina. Os objectivos de um Command Center podem ser diversos, mas estar atento ao que se fala sobre a marca (e participar na conversa) e prevenir situações de crise são duas das principais funções da mesma.</p>
<p>Podemos “ouvir os nossos consumidores” através de uma ferramenta de “Listening”, monitorizar por palavras-chave relacionadas com a marca e entender o que é partilhado sobre a marca e até prestar “apoio ao cliente pro-activo” e não apenas reactivo.  No entanto, muita das vezes as empresas esquecem-se de ouvir os consumidores dentro das suas próprias redes sociais, isto é, recebem um relatório mensal da agência, com um conjunto de números, sendo ignorados os temas que são abordados em conversas e mensagens.</p>
<p>“Ouvir os consumidores” é também saber o que dizem no mundo offline. Os melhores estrategas de Social Media que conheci estavam em contacto com as pessoas que mais sabem sobre o que os clientes gostam e desgostam da empresa, com os colegas do apoio ao cliente e os que fazem atendimento ao público. Conhecer o  consumidor, as suas motivações e entender os pontos fortes e fracos da marca é crucial para uma boa estratégia nestas plataformas;</p>
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<p><strong>7 &#8211; Medem com precisão e integram ferramentas</strong></p>
<p>Analisar o desempenho das redes sociais não significa ler as estatísticas das redes sociais, mas sim interpretar e procurar a informação que lhe permita ter a resposta às suas perguntas. Na maioria dos casos, analisar o desempenho de plataformas externas, como o website, é crucial para entendermos o desempenho das redes sociais. Falamos hoje numa jornada do consumidor, impactado por vários canais, que o levam até à venda. Entender o papel de cada canal nessa jornada é a chave.</p>
<p>Com isso, medir com precisão e integrar várias ferramentas de análise pode ajudá-lo a ter um cenário mais abrangente. Por exemplo, se está a gerir e usar as redes sociais com o objectivo de melhorar o apoio ao cliente, sem dúvida que deverá olhar para métricas das redes sociais (como a “Taxa de respostas”, o “Tempo de resposta”, fazer a categorização de reclamações por nível de gravidade), mas também olhar para outros dados, como os do call-center e respostas por email. Os  dados deverão ser integrados e/ou partilhados. Para este caso específico, poderia até usar uma ferramenta que lhe permita a gestão dos vários canais (diferentes redes sociais, email, chats..) através da mesma plataforma.</p>
<p>Olhar para os resultados dos canais de forma isolada nunca lhe dará uma visão tão abrangente do seu desempenho. Identifique quais os KPIs e onde os poderá obter para saber o verdadeiro retorno que está a conseguir retirar da sua presença nas redes sociais.</p>
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<p>Sei que reunir estes sete factores parece uma missão difícil e que a grande maioria dos pontos têm sido descurados nas empresas portuguesas. Isto porque muitas dessas empresas continuam estagnadas no primeiro ponto, em que não sabem o porquê da sua aposta, não têm uma estratégia forte, objectivos definidos, nem fazem ideia do impacto que a sua presença está a ter no seu negócio. Como mencionei anteriormente, este é um ponto básico, mas fulcral, devendo ser o ponto de partida para todos os que querem ter uma presença de sucesso nas redes sociais.</p>
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